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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Quadrinhos Eróticos - A desforra da titia

Convidada por uma amiguinha para visitar a casa da sua avó, acabamos indo brincar no quarto da sua tia “solteirona” e como já éramos "dá pá virava" naquela época, fuçamos tanto que encontramos bem ali, embaixo do colchão (que esconderijo mais criativo), inúmeras revistinhas.

A ingenuidade me fez acreditar que, talvez, pudessem ser revistinhas para colorir, porque a maioria delas era em preto e branco, mas depois de uma breve folheada, já estava com as pernas bambas. Era a primeira vez que via a imagem de um homem nu, com todos os detalhes, o pênis, o saco e suas bolas, tudo e ainda estava fazendo sexo com uma mulher.


           Deve ser difícil para a molecada de hoje imaginar que levei onze anos para ver um pênis, quer dizer, a figura de um pênis. Os livros de ciências deixavam muito a desejar e na época não existia a tal da educação sexual, no máximo um vídeo grotesco sobre a prevenção das DSTs.

         Abandonamos as barbies por semanas, aqueles livrinhos então se transformaram na nossa diversão mais divertida. Confesso que li todos, revia os desenhos e decorava os diálogos, até comecei a reproduzir as gírias, que para a minha idade estavam bem ultrapassadas.
              
          Não imaginava por quanto tempo as revistinhas já estavam no esconderijo da titia, mas parecia coisa antiga. As histórias eram bem picantes sobre temas que povoavam as fantasias e desejos sexuais dos homens daquela época, um tanto quanto machistas tenho que admitir.


   Mas como tudo que é ótimo, dura pouco, certo dia chegamos ávidas para mais um sarau erótico e todas as revistinhas tinham desaparecido, provavelmente titia percebeu que estávamos compartilhando da sua literatura secreta. Decepcionadas, voltamos a brincar como os tediosos brinquedinhos do Kinder Ovo.

  Anos mais tarde, ainda me recordava do autor das revistinhas que fizera toda e qualquer brincadeira perder a graça, era Carlos Zéfiro. Pesquisando descobri que as revistinhas eram chamadas de catecismos, porque eram vendidas nas bancas clandestinamente entre as décadas de 60 e 70, dentro dos catecismos católicos, parecidos com os livretos distribuídos nas missas.




              Carlos Zérifo era o pseudônimo de Alcides Aguiar Caminha, funcionário público que, preocupado com o emprego preferiu ficar no anonimato, até que em 1991 deu uma entrevista para  revista Playboy. Tudo começou quando um colega de trabalho pediu para que ampliasse os desenhos de revistinhas italianas de sacanagem. Depois disso começou a desenhar e criar suas próprias histórias. Chegou a vender desenhos para o Uruguai e Argentina, mas confessou que não obteve muito dinheiro com as publicações.
               
            Muitos especialistas contestam a versão de que Caminha e Zérifo sejam a mesma pessoa, afirmando que os desenhos possuíam traços diferentes, o que levaria a crer que os catecismos eram produzidos por uma equipe de autores. Só sei que as revistinhas de Carlos Zéfiro devem ter sido o único catecismo que muitos brasileiros conheceram, inclusive eu.

Curta Metragem baseado nas obras de Carlos Zéfiro:

No site oficial Carlos Zérifo dá para ler vários catecismos:

domingo, 26 de agosto de 2012

Especial: Homem-Aranha - A Origem


 Voltando 50 anos na história, nos perguntamos como surgiu um dos maiores ícones das HQs? Como foi todo esse processo de criação? Vamos entender como se deu o nascimento do Homem-Aranha.

O que poucos fãs do aracnídeo sabem que a origem do Homem-Aranha se deu em um processo confuso e até hoje com detalhes obscuros.

O que sabemos como já foi mencionado antes, que a criação do personagem passou por três lendas dos quadrinhos: Stan Lee (que já era editor-chefe e principal roteirista da Marvel), Jack Kirby (desenhista de muitos títulos da Marvel na época) e Steve Ditko (desenhista da revista Amazing Adult Fantasy ). Agora vamos aos fatos seguindo as versões de cada um deles.

Stan Lee tinha um método só seu de fazer histórias em quadrinhos, ele bolava um roteiro básico, poucas linhas do que ele queria na história, passava ao desenhista, que baseado no que ele escreveu no roteiro, fazia toda a estruturação da história que depois voltava pra Lee que adicionava todos os diálogos (dai o porquê de tantas controvérsias quanto à participação de Lee na criação de alguns conceitos de personagens do universo Marvel).
Sua versão da história foi que o Homem-Aranha foi levemente baseado pelo menos no nome no personagem The Spider (O Aranha) protagonista das histórias pulps e que a idéia original foi criada por ele, que comenta que teve que convencer Martin Goodman (dono da Marvel na época) a lançar o herói, já que Goodman não gostava do conceito do personagem ligado a um animal (aranha), segundo Lee, o argumento usado foi que nas HQs já havia exemplos de personagens baseados em animais como o Batman (morcego) e Homem-Formiga que já faziam sucesso.
Então depois da discussão foi decidido que seria publicada uma espécie de históira-piloto na revista Amazing Adult Fantasy ( que estava prestes a ser cancelada) .Quem desenhava Amazing Adult Fantasy era Ditko , mais Kirby foi chamado para desenhar o novo personagem.

Mas Lee não gostou da versão de Kirby, que segundo ele ficou parecida com um novo Capitão América, Lee queria um personagem baseado em um adolescente comum, foi ai que Steve Ditko entrou na história. Essa é a história que Stan se lembra (já que ele mesmo afirmou não se lembrar de nada referente aos detalhes da criação do personagem, como quem criou o símbolo ou uniforme).

Já para Kirby a história é outra, segundo ele o Homem-Aranha é uma reciclagem de um personagem dele: o Silver Spider, criado por ele em 1953 com parceria de Joe Simon (mais como nos anos 50 o conceito de super-herói estava em baixa o projeto foi pra gaveta), ele ainda alega ter criado também o traje do aracnídeo, embora diversos quadrinistas discordem do fato, já que o traje original do Homem-Aranha é algo totalmente diferente do que Kirby costumava desenhar. Ele ainda alegou que devido ao excesso de trabalho, já que na época ele era o responsável pela maioria das séries da Marvel, ele desenhou só algumas paginas da primeira história do Aranha que serviram de base para Ditko depois.

Quem poderia por um ponto final nessa discussão entre Lee e Kirby era Steve Ditko , mais ele sempre foi muito discreto em sua carreira e apenas uma vez falou sobre o assunto em um artigo lançado em 1990.

Nele Ditko confirma que substituiu Kirby na criação do desenho do personagem e que o conceito de Kirby deixou como base era totalmente diferente do que ele afirma, era a história de garoto que ganhava superpoderes graças a uma espécie de anel mágico , com trajes parecidos com o do Capitão América (assim como Lee afirma) e uma arma que lançavas teias(veja o esboço ao lado) . Que na história de Kirby, Peter era vizinho de um cientista doidão que teria criado o tal anel que dava poderes ao personagem.
Ditko teria ignorado toda essa versão, refez a história baseado num roteiro de Stan Lee, e criou o uniforme e o conceito dos lançadores de teia, nascendo ai o Homem-Aranha como nós conhecemos.

Da revista Amazing Fantasy a única coisa que Kirby realmente desenhou foi à capa, a revista que foi cancelada logo após a primeira aparição do escalador de paredes foi suficiente para fazer o herói ganhar sua própria revista a Amazing Spider-Man (nas mãos de Lee e Ditko e continuar sua jornada até os dias de hoje).

 Mas a que conclusão chegamos de tudo isso?
 Analisando os fatos parece que a versão de Ditko é a mais convincente, ele realmente criou todo o visual do personagem e Stan Lee foi o responsável pelo roteiro das primeiras histórias do personagem.
Já Jack Kirby que foi importante na criação de muitos personagens no universo Marvel, parece não ter sido tão influente na criação do cabeça de teia , embora ele tenha afirmado que a idéia da criação do personagem tenha partido dele , baseado no seu antigo personagem Aranha Prateada , o conceito original do Homem-Aranha e bem diferente , ficando assim os créditos nas mãos da dupla Stan Lee & Steve Ditko.



Nosso especial sobre o Homem-Aranha continua ......

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Batman - Especial Parte 1


O universo das histórias em quadrinhos ficou mais sombrio e misterioso em maio de 1939, quando foi publicada a revista Detective Comics 27. Nesta edição, o mundo foi apresentado à figura de Batman, que logo se tornaria paradigma de um gênero, ícone cultural e sucesso absoluto em diversas mídias. O vigilante foi criado por Bob Kane e Bill Finger, este não creditado, quando a National Publications buscava um novo personagem para capitalizar em cima do fenômeno super-herói, iniciado com o surgimento do Super-Homem em 1938.

Batman iniciou sua jornada na história The Case of The Chemical Syndicate, que definiu suas características básicas. O homem vestido de morcego era o milionário Bruce Wayne, que após testemunhar a morte dos pais, quando criança, treinou até alcançar a perfeição física e mental. Em suas primeiras histórias, Batman era um vigilante que usava armas de fogo e não tinha piedade dos criminosos. Bob Kane inspirou-se nos filmes A Marca de Zorro e The Bat Whispers, além de personagens da literatura pulp como o Sombra e The Spider. Mas a popularidade de Batman logo superou a de seus precursores.
Filho do Dr. Thomas Wayne e Martha Wayne, o jovem, Bruce teve uma infância feliz, devido ao fato que seu pai era o proprietário das Indústrias Wayne, uma fábrica que vendia e desenvolvia armamentos pra o Governo.
Quando Bruce tinha 8 anos, ocorreu o evento mais traúmatico de sua vida e que viria mudar o seu rumo: após a família Wayne acabar de sair do cinema, Bruce testemunhou o frio assassinato de seus pais por Joe Chill.
Bruce, jurando vingança, decidiu treinar seu corpo e sua mente estudou criminologia, química, tornou-se mestre em artes marciais, tudo isso para combater o crime. Mesmo assim, sabia que iria precisar de algo mais, precisava de uma outra identidade pra alcançar seus objetivos.
Pensando em todos os criminosos como seres covardes, Bruce pensava em usar um traje que causasse medo e pânico em seus inimigos. Foi enquanto pensava nisso que um grande morcego estoura uma vidraça, inspirando-o a tornar-se o Batman. Exercendo suas atividades como Batman durante a noite de Gotham City, o Batman foi perseguido durante certo tempo pela polícia, mas que logo começou a aceitá-lo, como um parceiro na luta contra o crime.

O Batman é odiado por todos os gângsteres de Gotham City, já que enviou muitos chefões do crime organizado para a cadeia. Seus principais inimigos são o Coringa, o Pingüim, a Hera Venenosa, Ra’s Al Ghul, o Charada, Mulher Gato, Bane entre muitos outros.
Foram introduzidos elementos que se tornaram parte integrante da cultura pop, como Alfred, o Comissário Gordon, o Batmóvel, o cinto de utilidades, o parceiro-mirim Robin e a galeria de vilões mais assustadora dos quadrinhos.
Robin foi introduzido em abril de 1940, na revista Detective Comics 38. Dick Grayson era um jovem trapezista que também assistiu à morte dos pais. O personagem funcionou como interlocutor de Batman, elo de identificação com os leitores, e foi também uma forma de suavizar as histórias do herói. Com a presença de Robin, o vingador noturno assumiu a posição de figura paterna. O sucesso do morcego logo motivou o lançamento do título próprio Batman, em 1940. Foram apresentados dois dos mais célebres vilões da história. O Coringa foi idealizado como o Palhaço do Crime, caracterizado por sua pele branca e sorriso permanente nos lábios. Com o tempo, ele se tornaria cada vez mais psicótico. A Mulher-Gato, criada por Bill Finger e Bob Kane, alter ego de Selina Kyle, era uma ladra que assumiria o papel tanto de vilã quanto de interesse romântico do Homem Morcego. A partir deste ponto, foi determinado pela editora que Batman não mais usaria armas de fogo, adaptando suas histórias para um público mais jovem.

Batman não tardou a se encontrar com o outro ícone supremo dos quadrinhos. Em Superman 76, de junho de 1952, o Homem de Aço e o Homem Morcego trabalharam juntos e iniciaram uma longa amizade. Os dois foram membros fundadores da Liga da Justiça da América, equipe com todos os grandes heróis da DC Comics, e ainda estrelaram juntos o título World´s Finest (Os Melhores do Mundo).
O Batman teve várias versões ao longo das Eras de Ouro, e Prata( Mais isso eu vou tratar em outro post).
Batman é um humano normal que não possui quaisquer habilidades sobre-humanas, mas tem uma imensidão de perícias: é um atleta incomparável, habilidoso em todas as formas de combate corpo-a-corpo e com armas, o maior detetive do mundo, mestre em fugas, disfarces e explosivos, inventor, cientista, acrobacia, pilotagem, condução de carros. É um expert em furtividade, entrando e saindo de um local sem ser notado. Sabe exatamente como interrogar ou intimidar um suspeito. Aliado a isso tudo possui uma inteligencia incrivel, sendo capaz de criar armas e transportes incrivelmente avançados, alem de estar sempre a frente de seus adversarios conseguindo prever quase todas as situações.
Batman é considerado um dos mais fortes não-meta-humanos de toda face da terra, podendo derrotar seres muito mais poderosos que ele próprio com uma combinação de inteligência, raciocínio rápido e habilidades que desenvolveu através de árduo treinamento. Os roteiristas são quase unânimes em justificar esse perfeccionismo, genialidade nos atos, raciocínio e planejamento do personagem devido a sua extremada obstinação como vigilante, a qual, muitas vezes, chega a ser retratada como um desequilíbrio mental, igual ao que aflige seus inimigos do Asilo Arkham. Sendo até que foi a unica pessoa sem poderes sobre-humanos a resistir ao Raio da Morte de Darkseid.
O cinto de utilidades contém ampla gama de dispositivos, tais como lasers, cápsulas de gás, e batrangs bem afiados, bombas de gás, e bat-corda que aguenta mais de 150 kg. Na Era de Prata dos Quadrinhos, ele parecia ter um dispositivo para cada tipo de situação. Sua máscara assim como seu traje são à prova de balas, feitos de um material bem resistente chamado Kevlar, sua roupa e sua capa são feitas de Nomex, material resistente ao fogo. Batman ainda possui veículos dotados de equipamentos de última geração, como o batmóvel, batplano, batlancha e o batwing. Aproveitando dos avanços tecnológicos de sua empresa, Waynetech (das Empresas Wayne), não é raro ver o Batman testando novos dispositivos. Na Bat-caverna, Batman pode ainda contar com um supercomputador, e no novo desenho O Batman conta ainda com o batwave, que o liga com a Bat-caverna esteja onde estiver.
Exatamente por ser um humano comum (uma característica rara em super-heróis), o Batman pode se ferir em combate, mas na maioria dos casos pode contar com seu fiel mordomo, Alfred, formado em medicina de guerra e que também o ajuda a resolver muitos dos casos em que Batman se envolve.
Devido ao seu trauma de infância, o Batman não tem o costume de se envolver emocionalmente com ninguém. Sua desconfiança em tudo e todos o afastou até mesmo dos grandes heróis com os quais já lutou lado a lado muitas vezes, como o Superman, e isso às vezes é usado pelos vilões como um modo de isolar o Cavaleiro das Trevas.

Acompanhem esse super especial do Morcegão aqui no Dropcomics, porque tem muitas coisa boa ainda !

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Morre Jerry Robinson



Grande perda para o mundo dos quadrinhos, faleceu nessa quinta-feira 08/12 o quadrinista norte americano Jerry Robinson.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

1 ANO DE DROP COMICS


Fã de HQs como o tempo passa não? Parece que foi ontem o dia 07/12/2010. O dia eu que eu escrevi o primeiro post desse humilde blog sobre quadrinhos.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Especial : Capitão América - Parte 1


Criado por Joe Simon e Jack Kirby, o Capitão América foi publicado pela primeira vez em março de 1941 na revista Captain América Comics#1( embora o personagem tenha sido criado em 1940).É um dos personagens mais importantes da Marvel Comics , e o mais importante da sua época, pois da enxurrada de heróis que vestiam as cores da bandeira americana defendendo o patriotismo na Segunda Guerra Mundial , ele é o único que se sobressaiu e faz sucesso até hoje , completando assim  70 anos nas paginas das HQs. 

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Comic - Con 2011


Do dia 21 a 24 de Julho, aconteceu na cidade de San Diego nos EUA a maior feira de quadrinhos (e nós últimos anos de cultura pop no geral) a San Diego International Comic-Con, a convenção promove o maior encontro entre as maiores figuras do mundo do entretenimento, são editores, criadores, profissionais da área e milhares de fãs.

domingo, 17 de julho de 2011

Biografia: Brian K. Vaughan

Natural de Cleveland (no estado de Ohio), Brian K. Vaughan estudou cinema na Universidade de Nova York. Antes mesmo de se formar ele conseguiu um estágio na Marvel Comics e, em 1997 escreveu suas primeiras histórias para a editora ( Cable #43 e Ka-Zar Annual 97 ). De 98 a 2000 ele escrevia histórias curtas ou ediçõesfill-in em séries regulares tanto para a Marvel quanto para a DC , até que em 2000 ele emplacou seu primeiro projeto longo: Monstro do Pântano (vol. 3).

Ele foi o escritor da revista da primeira até a vigésima edição. No ano seguinte ele escreveu a minissérie X-Men Icons: Cyclops (com arte de Mark Texeira) e em 2002 criou o seu primeiro personagem para a Marvel, o Capuz (The Hood ) em uma minissérie em 6 partes. Esse vilão se tornou um personagem importante na editora quando Brian Bendis passou a usa-lo com destaque na revista dos Vingadores. Ainda em 2002, Vaughan (ao lado de Pia Guerra) criou uma das HQs mais elogiadas dos últimos anos, Y: O Último Homem (publicada pela Vertigo ). A série conta a história de Yorick, o último homem no planeta Terra após a erradicação do cromossomo Y.



E ele não parou por aí. Para a Marvel ele foi responsável pela criação dos Fugitivos, série que mostra um grupo de crianças que se rebela contra os pais depois de descobrirem que eles comandam o crime na costa oeste dos EUA (a arte aqui é de Adrian Alphona) e na Wildstorm ele acertou a mão mais uma vez com Ex-Machina (ao lado de Tony Harris). 

Fora dos quadrinhos, Vaughan trabalhou no seriado Lost de 2006 a 2009, como produtor executivo e roteirista. Ele saiu da equipe um pouco antes do início da sexta (e última) temporada para se dedicar a outros projetos no cinema e nos quadrinhos. O que nos leva aos seus roteiros cinematográficos. Atualmente ele trabalha no texto do filme da Fugitivos para o Marvel Studios e já escreveu um tratamento para Y: O Último Homem. Além disso ele também é o responsável pelo roteiro de Roundtable (filme sobre o Rei Arthur) e de sua outra criação, Ex-Machina.


Principais trabalhos:
- X-Men Icons: Cyclops #1-4 (X-Men Extra)
– The Hood #1-6 (Marvel Max)
– X-Men Icons: Chamber #1-4
– X-Men 2 Movie Prequel: Wolverine
– Mística #1-13 (Arma X)
– Fugitivos (Vol. 1) #1-18 (Pocket Panini)
– Fugitivos (Vol. 2) #1-24 (minissérie e Avante, Vingadores!)
– Ultimate X-Men #46-65, Annual #1 (Marvel Millennium, Marvel Millennium Anual 1)
– Dr. Strange: The Oath #1-5
– Logan #1-3 (Logan especial)
– Swamp Thing (Vol. 3) #1-20 (Monstro do Pântano Semente Ruim – Devir; Monstro do Pântano Amor em Vão – Pixel)
– Y: The Last Man #1-60 (Y: O ùltimo Homem vol 1)
– Pride of Baghdad (Leões de Bagdá)
– Ex-Machina #1-50 (Ex-Machina vols 1 a 4)
– Buffy the Vampire Slayer Season Eight #6-9: No Future for You arc
– Michael Chabon Presents: The Amazing Adventures of the Escapist (anthology)
#3. Entitled “To Reign in Hell.” (Na Incríveis Aventuras do Escapista – Devir)
– Michael Chabon Presents: The Amazing Adventures of the Escapist (anthology) #8. Vaughan's story was reprinted as The Escapists #1.
– The Escapists #1-6


Prêmios:

Brian K. Vaughan ganhou o Eisner Awards de Melhor Escritor em 2005 e o de Melhor Nova Série, no mesmo ano, por Ex-Machina . Em 2008 ele ganhou outro Eisner , dessa vez o de Melhor Série.

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Heylian, the bard: O líder e estrategista dos Vingadores do Vale Elsir. Heylian é um bardo experiente e lutou em guerras como contra a Mão Vermelha. Um exímio aventureiro meio-elfo capaz de liquidar os inimigos à distância e ao mesmo tempo ajudar seus aliados. É experiente no combate com lâminas, sendo muito ágil no manejo de espadas. Conhecido por seus talentos em conjurar magias, realizar rituais e operar toda a espécie de itens mágicos. Atualmente está em campanha...

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Bill Watterson



William B. Watterson II, ou simplesmente Bill Watterson, como viria a ser conhecido mundialmente no futuro, nasceu no dia 5 de julho de 1958 em Washington D.C., filho de James G. Watterson, um examinador de patentes e de Kathryn Watterson, que após a mudança da família para Chagrin Falls, Ohio, quando Bill tinha seis anos de idade, viria a se tornar membro do conselho municipal. Bill ainda veio a ter um irmão mais novo, Thomas, que atualmente trabalha como professor de Inglês.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Membrana Mucosa


Você conhece a banda Membrana Mucosa ? 

A Membrana Mucosa (1977-1979) foi uma banda punk lendária fundada por ninguém menos que John Constantine, o mago inglês da série Hellblazer,( pra quem não sabia , ele teve uma breve carreira musical no fim da década de 70).

domingo, 15 de maio de 2011

Especial Thor : 50 anos - Parte 2


Em 1962, surgiu o deus nórdico Thor nas HQs.  Personagem esse que apresentava em sua origem, como uma de suas características marcantes, a convivência aparentemente intransponível com uma situação adversa: ele é, na realidade, um médico medíocre, franzino e deficiente físico, que tem dificuldade para declarar seu amor à sua enfermeira. Mas, além disso, fazia uma relação direta dos super-heróis dos quadrinhos com o campo da mitologia, enveredando pelas narrativas dos deuses nórdicos, repletas de mistérios e fascínios.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Batman Especial Parte 3 - A Era de Prata


Dos anos 1950 aos 1970, vários elementos novos foram adicionados à origem, background e história do Batman. O Batman da Era de Prata apareceu pela primeira vez em meados da década de 1950, com uma origem que era (como revelado em várias histórias no decorrer do tempo) similar ao do Batman da Era de Ouro. Enquanto as distinções das Eras de Ouro e de Prata são úteis para discutir a evolução do personagem ao longo dos anos, essa evolução foi gradual, e não há uma história específica que diga quando a versão da Era de Ouro deu lugar à da Era de Prata. Mesmo assim, o personagem que apareceu próximo ao começo da Era de prata (meados da década de 1950) era diferente em diversos fatores quando comparado ao que ele era no final da Era de Prata (meados dos anos 1980), devido às diversas pequenas revisões e novos diretores durante as publicações das estórias.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Vertigo


Tudo começou na Inglaterra. Para ser mais exato, na barba de Alan Moore, que ele coça e enrola antes de digitar os roteiros. Foi dessa barba inspiradora que saíram Monstro do Pântano e Watchmen, dois trabalhos para a DC Comics que incontestavelmente revolucionaram os quadrinhos nos anos 80. Foram obras tão fora dos padrões que a DC percebeu que não conseguiria nada parecido dos escritores americanos, com seu molde inquebrável para roteiros há pelo menos duas décadas. Para conseguir mais, era preciso falar com os compatriotas de Moore.

A editora Karen Berger foi destacada para visitar o Reino Unido em 1987. A missão: conhecer a cena de quadrinhos britânica e trazer bons currículos. Conversou com um roqueiro escocês de 20 e poucos anos, Grant Morrison, que conhecia toda a história do Universo DC. Com um jornalista, Neil Gaiman, chegado em histórias de terror. Com um amigo de Moore, Jamie Delano, cujo emprego era motorista de ônibus. E com Peter Milligan que, como os outros, também experimentava com HQs para a clássica revista inglesa 2000 A.D.

Berger voltou pra casa cheia de propostas para revitalizar a DC. Cinco anos depois, o Homem–Animal e a Patrulha do Destino de Morrison haviam redefinido os limites dos gibis de super–heróis, a Hellblazer fundada por Delano era a melhor série de terror do mercado, Peter Milligan tinha Shade – The Changing Man e um arquivo inesgotável de ideias... E Sandman, de Gaiman, era a HQ mais aclamada dos anos 90.

As revistas já diziam nas capas que eram para "leitores maduros". Tratavam, afinal, de terror psicológico, de política, de perversões sexuais, de ecologia, de dadaísmo. Mas também traziam o mesmo logo da DC Comics visto nos gibis do Superman, Batman e Mulher–Maravilha. Faltava algo a mais que dissesse a esses caras maduros – e garotas, porque as séries conseguiam a magia de angariar leitoras de quadrinhos – que aqueles não eram os mesmos gibis de super–herói. Foi quando Berger convenceu a DC que tudo aquilo devia estar separado do resto da editora. Em 1993, nascia a Vertigo.

Morte – O Preço da Vida 1 foi a primeira HQ Vertigo, lançada em janeiro de 93. Todas as séries citadas acima, mais Monstro do Pântano, passaram a sair com o design especial das capas Vertigo – verdadeiras obras de arte, fortes como uma capa de livro, voltadas para um leitor mais exigente. Dave McKean, trazido a tiracolo por Gaiman, era o capista em que todos se espelhavam com as pinturas, colagens, esculturas e interferências digitais que criava para Sandman. Em outras palavras, era a cara da Vertigo.

Ter uma linha formada significava que mais séries, minisséries, edições especiais, graphic novels, o que desse na telha, poderia ser lançado sob o mesmo guarda–chuva, sendo o selo garantia de leitura de alta qualidade. Enigma, de Peter Milligan e Duncan Fegredo, foi a segunda minissérie. Sandman Mystery Theatre, por Matt Wagner e Guy Davis, foi a primeira série já nascida Vertigo. Mercy, de J.M. DeMatteis e Paul Johnson, o primeiro especial. Na categoria "o que desse na telha", o selo até publicou um livro sobre tarô, junto a um baralho especial com os personagens Vertigo representados por Dave McKean.
A reputação da Vertigo se baseava em fatos do mercado: grande parte de seus leitores e leitoras não lia outros gibis. Alguns esperavam as edições encadernadas, lançadas em livrarias, em vez de comprar as revistas convencionais – numa época em que ainda não era comum achar quadrinhos na livraria. No fim da década de 90, o selo chegou a ser chamado de "a HBO dos quadrinhos" – em referência ao canal de produção de vanguarda (Família Soprano, A Sete Palmos) que se identificava pelo slogan "não é televisão, é HBO". Portanto: "não é HQ, é Vertigo".

Apesar de impulsionada pelos britânicos, o selo aceitou escritores americanos já no seu início – desde que não seguissem o padrão, claro. J.M. DeMatteis só teve projetos aprovados porque havia feito Moonshadow e Matt Wagner por conta de Grendel, dois trabalhos que também conquistaram leitores adultos. Mas os britânicos seguiam como referência.

Um deles, o irlandês Garth Ennis, salvou a linha do desastre. Sandman era o maior sucesso de vendas e crítica da Vertigo, mas Gaiman insistiu em encerrar sua saga em 1996. O selo perdia sua grande estrela. Preacher, de Ennis – um escritor que já havia criado alguns fãs com sua passagem por Hellblazer –, veio correndo do banco de reservas. Mais pop, a história do reverendo, da assassina e do vampiro em busca de Deus foi o grande trunfo da linha pelo resto da década.

Voltando a Sandman, vale lembrar que a série criou um padrão de séries finitas que a Vertigo segue até hoje. Afinal, se você ficar tentando contar histórias com o mesmo personagem pra sempre, eventualmente vai perder qualidade – e essa não é a política da Vertigo. Preacher foi pensada desde o início com um final, assim como sucessos posteriores da linha, por exemplo 100 Balas e Y – O Último Homem. Definitivamente não é o comportamento tradicional do mercado de quadrinhos estadunidense.

A Vertigo da década de 90 era tratada como a escolha certa para boas leituras de terror e fantasia. A Vertigo de hoje é tratada como a escolha certa para boas leituras, ponto. 100 Balas, de Brian Azzarello e Eduardo Risso, por exemplo, trouxe para o selo o gênero policial gangsta. Já Transmetropolitan, de Warren Ellis e Darick Robertson, e Y – O Último Homem, de Brian K. Vaughan e Pia Guerra, a ficção científica.
class="MsoNormal">Fábulas, de Bill Willingham, mantém o gênero da fantasia muito bem representado – e é o maior sucesso da Vertigo atualmente. Escalpo, de Jason Aaron e R.M. Guéra, e ZDM e Vikings, ambas criadas pelo escritor Brian Wood, fogem de qualquer definição. E a linha não para de investir em graphic novels autobiográficas, jornalísticas, de crítica social, de humor. Definitivamente, não há mais um gênero dominante.

Ao mesmo tempo em que retorna ao Brasil, a Vertigo está inovando ao subdividir–se nos EUA com a linha Vertigo Crime, para explorar o filão aberto por 100 Balas e outras publicações do gênero policial. E volta a explorar a velha tática de buscar no além-mar: o escritor escocês Ian Rankin é o responsável pelo primeiro lançamento, a graphic novel Dark Entries.

Em um mercado crescente de leitores nas livrarias, a Vertigo responde pela maior parte das vendas da DC no segmento, mostrando que dezesseis anos depois de fundada, ela continua na vanguarda.
Não foi atoa que a Vertigo ganhou a enquete do Dropcomics , enquanto as outras editoras batem a cabeça entre mortes e ressureições , a Vertigo trás histórias novas e sensacionais , vale a pena conferir :
* 100 Balas
* A Tessalíada
* Casa dos Mistérios
* Escalpo
* Fábulas
* Hellblazer
* Loveless
* Lugar Nenhum
* Os Perdedores
* Preacher
* Sandman
* Transmetropolitan
* Vampiro Americano
* Vikings
* Y – O Último Homem
* ZDM – Terra de Ninguém

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Spawn


Criado por Todd McFarlane. Sua primeira publicação foi em uma revista com seu nome, Spawn#1, de maio de 1992.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Frank Miller



Ontem dia 27 de Janeiro, foi aniversário de um dos maiores quadrinistas da história das HQs, o mestre Frank Miller! E como não poderia deixar de ser, essa data não vai passar em branco no Dropcomis , segue a biografia desse premiadíssimo autor/desenhista.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Mulher-Maravilha


Ela foi à primeira heroína a ser criada pela DC Comics, em 1941, estreou em All Star Comics #8 (Dez. 1941) criada por William Moulton Marston. É uma das personagens que teve grande repercussão, por ser a primeira grande heroína dos quadrinhos.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Batman Especial Parte 2 - Era de Ouro


A origem do Batman na Era de Ouro foi na Detective Comics #33, sendo que em apenas Batman #47 de 1948, onde foi mostrada com mais detalhes.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Stan Lee - Parte 1


No ultimo dia 28 de Dezembro, Stan Lee um das figuras mais importantes do mundo dos quadrinhos de super-heróis completou nada mais que 88 anos, é isso mesmo, 88 anos dedicado a nona arte

 E o Dropcomics não vai deixar o aniversário desse mestre das HQs passar em branco, confira agora um mega especial sobre a vida, carreira e curiosidades desse figurão, que foi muito mais que um profissional de quadrinhos, foi empreendedor e personagem principal no Universo Marvel.
Lee nos ensinou que herói não são perfeitos, tem defeitos e muitas vezes são derrotados, sem que isso ele se torne menos grandiosos. 
Os personagens de Stan Lee nós mostram como superar nossas próprias limitações.




terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O Incrível Hulk !


Hulk foi criado por Stan Lee e Jack Kirby, sendo públicado pela primeira vez em uma revista com seu próprio nome: The Incredible Hulk #1 de maio de 1962. 

O Dr. Robert Bruce Banner era um brilhante físico nuclear, e acabou sendo convidado pelo governo dos Estados Unidos para trabalhar no projeto da Bomba Gama (bomba que somente destruiria os equipamentos dos inimigos, poupando a vida deles) na Divisão de Pesquisa Nuclear na Base do Deserto.

Lá ele viria a conhecer o General Thaddeus E. Ross, o chefe da base e que seria seu pior inimigo, e sua filha Betty Ross, com quem Bruce teria um grande amor.

A bomba fica pronta e durante o primeiro teste da explosão da bomba, um jovem chamado Rick Jones fica na zona de explosão. Bruce nota a invasão e vai atrás de Rick Jones para tentar salva-lo, pedindo para seu colega Igor Drenkov parar a operação.

O que Bruce não sabe é que Igor é um agente secreto soviético infiltrado no projeto, e que acaba permitindo que a contagem prossiga para que o projeto fosse parado com a morte de Bruce.

O jovem cientista salva Rick da explosão empurrando-o para um trincheira de proteção, mas acaba sendo atingido pelos raios gama. Os dois são levados para o hospital para exames, onde umas das personalidades retraidas de Bruce, a que representa seus sentimentos reprimidos, domina Bruce acaba transformando-o em um gigante cinza (originalmente, a cor do personagem era cinza, mas, por problemas na hora da impressão dos quadrinhos a gráfica não conseguia acertar a tonalidade, ele apareceu num tom esverdeado, fazendo com que Hulk passasse a ser o "Gigante Esmeralda" ) extremamente forte. Essa personalidade ganhou o nome de Hulk por um dos soldados que viram o bizarro monstro fugir do hospital.

No início, Bruce se transformava no Hulk após o pôr do Sol e voltava ao normal assim que o Sol nascesse; porém ao longo dos anos essas transformações passaram a acontecer sempre que Bruce se frustrava ou ficava nervoso com algo, voltando ao normal quando ficasse mais calmo.

Pode-se afirmar que os seus dois criadores se inspiraram fortemente no clássico livro de Robert Louis Stevenson, Dr Jekyll and Mr Hyde (no Brasil, Dr. Jekyll e Sr. Hyde ou, também, O Médico e o Monstro).

Hulk é um dos personagens mais fortes que existem e extremamente inteligente, apesar de sua raiva incontrolável. Além disso, ele é imune a armas ou ataques mágicos.

A força do Hulk é lendária no mundo dos quadrinhos. No entanto, a ultra-força física não é o seu único poder. A resistência Física do Hulk é tão alta a ponto dele sobreviver no espaço, ele também possui Fator de Cura e Resistência Mental .

Nos quadrinhos e no cinema, Bruce Banner namora Betty Ross, já na série de televisão era casado com a doutora Caroline Fields (mas ele já teve outros rolinhos).

A primeira vez que as aventuras em quadrinhos do Hulk apareceram no Brasil foi com a revista Super X da Editora Ebal, lançada em 1966 como parte da campanha promocional dos chamados "Super-Heróis Shell", com os primeiros números distribuídos gratuítamente nos postos de gasolina daquela bandeira. 

Ele dividia a revista com outro super-herói: Namor, o Príncipe Submarino. Mas a primeira vez que o Hulk teve uma revista própria e com seu nome foi em 1972, na breve passagem pela Editora GEA.

Em 1975 a Bloch Editores lançou a revista do Hulk, republicando as aventuras desde o número 1 da revista americana. Quando a RGE adquiriu os direitos do personagem, no início da década de 80, lançou sua revista juntamente com a do Quarteto Fantástico e o Homem-Aranha, republicando algumas histórias que haviam sido publicadas pela Bloch. 

Depois de 48 edições, o Hulk passou para a Editora Abril, que o publicou até a virada do milênio. Após este período, o personagem e todos os direitos da marvel, no Brasil, foram adquiridos pela Editora Panini, gigante mundial no seu segmento.

O verdão chegou a ter título próprio, na referida editora, que durou até o nº16, sendo cancelado. As aventuras do Hulk podem ser acompanhadas no mix da revista Universo Marvel.

O Incrível Hulk teve algumas séries de desenhos animados em 1966, 1982 e 1996, mas foi em 1978 que ele ganhou uma série de TV e atingiu um público diferente dos quadrinhos.

Anos depois, surgiram outros desenhos animados do Verdão, mas o sucesso jamais se comparou ao obtido pelo seriado.

O sucesso do seriado foi tão grande que o Hulk foi para o cinema, mas não foi bem sucedido. Neles, aparecem outros heróis da Marvel, como O Demolidor e Thor (quase irreconhecíveis em relação aos quadrinhos, para irritação dos fãs).

No ano de 1988, foi feito um especial chamado The Incredible Hulk Returns (O Retorno do Incrível Hulk), com direção de Nicholas Corea. Nesse filme, o Hulk enfrenta um Thor bem diferente de sua versão dos quadrinhos, neste filme aparece até o alter-ego de Thor, Don Blake.

O segundo filme para TV foi no ano seguinte e se chamava The Trial of The Incredible Hulk (O Julgamento do Incrível Hulk). 

Dessa vez, o Hulk encontrou o herói cego Demolidor (na dublagem clássica do telefilme, o Demolidor se chamava Audacioso), que se vestia de preto e mais parecia um ninja. 

Na história, David Banner era acusado por um crime que não cometeu. Durante um pesadelo sobre o julgamento, no momento mais marcante, ele fica tão nervoso que se transforma no Hulk, destruindo todo tribunal. O vilão nesse filme é Wilson Fisk, o Rei do Crime.

Em 1990, foi gravado The Death of The Incredible Hulk (A Morte do Incrível Hulk), no qual o personagem da Marvel cai de um avião e acaba falecendo.

Hulk foi adaptado de novo para o cinema em 2003, assim como vários outros personagens da Marvel no mesmo período. O filme foi dirigido por Ang Lee ( O Tigre e o Dragão). Como é tradicional nesse tipo de adaptação, a história (e sobretudo a origem) do personagem foi drásticamente mudada mas como é imprescendível ao contexto,a essência do personagem foi mantida.

O segundo filme Baseado no personagem saiu em 2008 e teve parte da filmagem realizada no Rio de Janeiro. O início do filme se passa na Favela da Rocinha no Rio de Janeiro. Bruce se exilou no Rio de Janeiro. Entretanto, somente o início do filme se dá no RJ, que trabalha bem os problemas sociais da região. Logo após o clichê da infraestrutura militar e arquitetônica dos EUA vem e toma conta do resto do filme, sem explorar os dilemas de personalidade do personagem.

Em 2006, Hulk aparece no filme animado Os Supremos e no mesmo ano, na continuação do filme: Os Supremos 2. 

Em 2009, mais dois filmes animados: Hulk Vs. Wolverine e Hulk Vs. Thor.
A mais recente aparição do Gigante Esmeralda é em Planet Hulk (Planeta Hulk), de 2010. É uma animação lançada diretamente para DVD e Blu-Ray, que adapta a história em quadrinhos.

O Incrível Hulk já lutrou contra boa parte dos heróis da Marvel (como Homem-Aranha, Homem de Ferro, Quarteto Fantástico, X-Men...). Apesar dos combates, ele é um dos fundadores dos Vingadores e fez parte de outros grupos de heróis.

Entre seus inimigos estão o Líder, Abominável, Sasquatch, General Ross e muitos outros. A vida do Hulk não é nada fácil.

HULK ESMAGA !

domingo, 19 de dezembro de 2010

The Clock !


















Quem foi o primeiro herói mascarado dos quadrinhos? Muita gente acha que é O Fantasma (Lee Falk). Mas não! O primeiro mascarado oficial dos quadrinhos é The Clock!