segunda-feira, 28 de abril de 2014
PLANETA HULK UM ENCADERNADO QUE VALE A PENA COMPRAR
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
PARABÉNS! DROP COMICS 2 ANOS
domingo, 26 de agosto de 2012
Especial: Homem-Aranha - A Origem
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O que poucos fãs do aracnídeo sabem que a origem do Homem-Aranha se deu em um processo confuso e até hoje com detalhes obscuros.
O que sabemos como já foi mencionado antes, que a criação do personagem passou por três lendas dos quadrinhos: Stan Lee (que já era editor-chefe e principal roteirista da Marvel), Jack Kirby (desenhista de muitos títulos da Marvel na época) e Steve Ditko (desenhista da revista Amazing Adult Fantasy ). Agora vamos aos fatos seguindo as versões de cada um deles.
Sua versão da história foi que o Homem-Aranha foi levemente baseado pelo menos no nome no personagem The Spider (O Aranha) protagonista das histórias pulps e que a idéia original foi criada por ele, que comenta que teve que convencer Martin Goodman (dono da Marvel na época) a lançar o herói, já que Goodman não gostava do conceito do personagem ligado a um animal (aranha), segundo Lee, o argumento usado foi que nas HQs já havia exemplos de personagens baseados em animais como o Batman (morcego) e Homem-Formiga que já faziam sucesso.
Então depois da discussão foi decidido que seria publicada uma espécie de históira-piloto na revista Amazing Adult Fantasy ( que estava prestes a ser cancelada) .Quem desenhava Amazing Adult Fantasy era Ditko , mais Kirby foi chamado para desenhar o novo personagem.
Mas Lee não gostou da versão de Kirby, que segundo ele ficou parecida com um novo Capitão América, Lee queria um personagem baseado em um adolescente comum, foi ai que Steve Ditko entrou na história. Essa é a história que Stan se lembra (já que ele mesmo afirmou não se lembrar de nada referente aos detalhes da criação do personagem, como quem criou o símbolo ou uniforme).
Já para Kirby a história é outra, segundo ele o Homem-Aranha é uma reciclagem de um personagem dele: o Silver Spider, criado por ele em 1953 com parceria de Joe Simon (mais como nos anos 50 o conceito de super-herói estava em baixa o projeto foi pra gaveta), ele ainda alega ter criado também o traje do aracnídeo, embora diversos quadrinistas discordem do fato, já que o traje original do Homem-Aranha é algo totalmente diferente do que Kirby costumava desenhar. Ele ainda alegou que devido ao excesso de trabalho, já que na época ele era o responsável pela maioria das séries da Marvel, ele desenhou só algumas paginas da primeira história do Aranha que serviram de base para Ditko depois.
Quem poderia por um ponto final nessa discussão entre Lee e Kirby era Steve Ditko , mais ele sempre foi muito discreto em sua carreira e apenas uma vez falou sobre o assunto em um artigo lançado em 1990. Nele Ditko confirma que substituiu Kirby na criação do desenho do personagem e que o conceito de Kirby deixou como base era totalmente diferente do que ele afirma, era a história de garoto que ganhava superpoderes graças a uma espécie de anel mágico , com trajes parecidos com o do Capitão América (assim como Lee afirma) e uma arma que lançavas teias(veja o esboço ao lado) . Que na história de Kirby, Peter era vizinho de um cientista doidão que teria criado o tal anel que dava poderes ao personagem.
Ditko teria ignorado toda essa versão, refez a história baseado num roteiro de Stan Lee, e criou o uniforme e o conceito dos lançadores de teia, nascendo ai o Homem-Aranha como nós conhecemos.
Da revista Amazing Fantasy a única coisa que Kirby realmente desenhou foi à capa, a revista que foi cancelada logo após a primeira aparição do escalador de paredes foi suficiente para fazer o herói ganhar sua própria revista a Amazing Spider-Man (nas mãos de Lee e Ditko e continuar sua jornada até os dias de hoje).
Mas a que conclusão chegamos de tudo isso?
Analisando os fatos parece que a versão de Ditko é a mais convincente, ele realmente criou todo o visual do personagem e Stan Lee foi o responsável pelo roteiro das primeiras histórias do personagem.
Já Jack Kirby que foi importante na criação de muitos personagens no universo Marvel, parece não ter sido tão influente na criação do cabeça de teia , embora ele tenha afirmado que a idéia da criação do personagem tenha partido dele , baseado no seu antigo personagem Aranha Prateada , o conceito original do Homem-Aranha e bem diferente , ficando assim os créditos nas mãos da dupla Stan Lee & Steve Ditko.
Nosso especial sobre o Homem-Aranha continua ......
sábado, 25 de agosto de 2012
Especial: Homem-Aranha

Inicialmente Peter tenta se aproveitar das novas habilidades para adquirir fama e dinheiro, mais uma tragédia em sua vida, iria mudar totalmente os rumos da sua história. Seu tio Ben é assassinado por um assaltante que Peter se negou a impedir, pois segundo ele não era problema dele. Apos o ocorrido ele usar seus poderes para proteger as pessoas, adotando assim o lema que seu tio o ensinou ‘’ Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades ‘’ (talvez o maior bordão ta história das HQs) nascendo ai o Homem-Aranha.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Estórias Gerais, de Wellington Srbek
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
ENCADERNADOS DA ERA DO APOCALIPSE
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
1 ANO DE DROP COMICS

segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Batman - O Cavaleiro das Trevas
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Membrana Mucosa
sexta-feira, 25 de março de 2011
Superman – Identidade Secreta
Identidade Secreta, mesmo sendo um “Elseworld”, ou seja, colocada fora da cronologia oficial do Superman, é, sem dúvida nenhuma, uma das melhores histórias produzidas com o homem de aço desde junho de 1938, quando Action Comics nº. 1 chegava às bancas norte-americanas e apresentava ao mundo aquele que se tornaria seu maior herói.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Mega Man de volta as HQs
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
HQ: Batman : A Piada Mortal
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
300 de Esparta - Frank Miller
Com aproximadamente seis anos de idade, um garoto de nome Frank Miller assistiu a um filme que mudou sua concepção sobre heroísmo e definiu os rumos de sua vida. Tratava-se de uma produção de 1962, chamada 300 Spartans, na qual o hoje consagrado quadrinhista buscou inspiração e baseou sua obra-prima 300 de Esparta, publicada em cinco capítulos pela Dark Horse em 1998. Para o pequeno Miller, a história dos 300 guerreiros significou o fim da idéia dos heróis superpoderosos que possuíam domínio sobre a situação, dando lugar a um ideal de pessoas comuns que morreriam por seus ideais sem a menor hesitação.
Depois de décadas, e o nome de Frank Miller passou a ser reconhecido no mundo dos quadrinhos, com subtextos políticos e questionamentos filosóficos. Suas obras sempre ressaltaram os valores do indivíduo sobre forças opressoras, residindo aí uma influência da filósofa russa de extrema direita Ayn Rand, responsável pelos conceitos do Objetivismo. Reconhecimento de público e crítica já garantia a Miller a liberdade criativa para contar à história que quisesse.
A nova produção não seria necessariamente historicamente fiel em todos os aspectos, afinal o autor buscava, em primeiro lugar, narrar uma história que entretivesse seu público, mas sem deixar de transmitir uma mensagem poderosa e reconstituir o ambiente e os costumes da época. Para tanto, Miller passou semanas na Grécia estudando sua história e experimentando o modo que vida que pretendia retratar.
300 de Esparta conta a história do Rei Leônidas e a batalha das Termópilas, em 480 a.C., quando seu exército de trezentos espartanos desafiou os persas, que possuíam o maior exército já montado até então.
Belamente roteirizada e ilustrada por Frank Miller, a obra denota uma grande pesquisa, aliada às devidas adaptações e "licenças poéticas" necessárias para contar uma boa história, na mídia dos quadrinhos. As cenas de combate presentes são um capítulo à parte. Miller abusa de cortes, texturas e silhuetas. O seu trabalho sempre foi muito elogiado quanto ao design arrojado de suas páginas e a força de sua composição. Mas é o conjunto da página que apraz aos olhos, e não somente o desenho em si. É um misto de elegância e audácia da distribuição dos quadros e seqüências.
Em 300, a maturidade de Miller está evidente. Da sua escolha de fazer da página dupla a sua prancha de desenho, transformando a leitura tradicionalmente vertical em amplas horizontais, ao uso criterioso das silhuetas chapadas em meio ao colorido maravilhoso de sua esposa, Lynn Varley.
Lynn, que o acompanha como colorista desde os idos de Ronin, pinta de maneira tão dramática quanto as cenas executadas por seu marido. É um colírio ver suas pinceladas depois de anos seguidos de coloridos pasteurizados por computador. Mas o mérito da obra não está apenas na arte. A adaptação do texto, que seria insípido para a grande maioria dos leitores, é agradável, tem ritmo, com personagens sólidos e bem construídos. Vale até dizer, que o valor maior está no fato de que Miller instila em seus leitores a curiosidade de conhecer melhor este momento histórico, de buscar nas enciclopédias a verdade histórica dos 300 de Esparta.
Os 300 de Esparta foi lançado no Brasil pela Editora Abril, em cinco números, em 1999. Nos Estados Unidos, a Dark Horse, que publicou a mini-série original (com o título de 300), a obra foi premiada, em 1999, com os Eisner Awards de melhor minissérie, melhor escritor/artista (Frank Miller) e melhor colorista (Lynn Varley). Um ano depois de sua publicação, recebeu tratamento de luxo na forma de edição de capa dura em formato horizontal, que valoriza sobremaneira o trabalho artístico de Miller e Varley.
A obra merece, pois é um presente para quem aprecia uma boa aula de história. E, neste caso, de uma maneira muita mais divertida, através de um meio único e arrebatador que são os quadrinhos!
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
V de Vingança
Hoje assistindo pela quinta vez o filme do V de Vingança, me bateu uma vontade incontrolável de escrever sobre essa obra prima das HQs!
Um clássico dos quadrinhos a história se passa após um aparente hecatombe nuclear, a Inglaterra mergulha no caos. Depois de algum tempo, a ordem volta a se estabelecer, mas de forma ditatorial. Um governo fascista caça os direitos civis, impõe a censura e rechaça qualquer tentativa de oposição ao que impõe.
O medo profetizado no século XX, do estado vigiando o cidadão e tolhendo sua liberdade de expressão, se materializa nessa Inglaterra onde o estado tem olhos, ouvidos, nariz e dedos.
Eis que mesmo nesse regime totalitário/fascista uma voz se levanta e ousa proclamar a possibilidade de uma outra forma de vida, na qual não haja regras e leis arbitrárias, em que a liberdade e as individualidades sejam valorizadas e conduzam a um novo cenário, um personagem designado simplesmente "V" é o porta-voz dessa idéia.
Vitima de um dos abomináveis campos de concentração, "V" esteve no fundo do poço, e sem ter mais para onde cair, a única opção era se erguer.
Aos poucos, se faz claro que "V", mais que uma pessoa, representa um conceito, uma idéia.
Esta obra fabulosa já foi editada de três formas distintas: esta minissérie em cinco capítulos coloridos, pela Globo, uma versão encadernada da mesma editora e, pela Via Lettera em dois volumes em preto-e-branco.
E, apesar da ausência das cores, esta última edição traz a vantagem de apresentar um material extra no qual são explicadas várias das referencias usadas por Alan Moore e David Lloyd para compor a história.
Concebida para publicação em preto-e-branco, quando de sua publicação nos Estados Unidos a série recebeu cores produzidas pelo próprio Lloyd e Siobhan Dodd. E o resultado ficou maravilhoso, muito melhor que o original. Usando tons pastéis de forma suave, os artistas conseguiram um resultado tão bom, que é difícil imaginar que a obra não tenha sido criada nesse formato.
"V" defende a anarquia pura, a necessidade de destruir o atual e daí se criar um novo. Obviamente, uma sociedade reprimida por um estado totalitário responde rapidamente, se apegando ao conceito como tábua de salvação. Assim, os ideais anarquistas se multiplicam e encontra eco.
Mais do que uma mártir, um herói ou um revolucionário, "V" representa o ideal anarquista que prima pela ausência de domínio e pelo direito individual.
Ao passear por um mundo fascista fictício, onde todos os aspectos da vida cotidiana são censurados, inclusive os culturais, como livros, músicas, teatro, cinema etc, Alan Moore ao mesmo tempo evidencia a importância da cultura para a manutenção das liberdades individuais e alfineta a ignorância dos detentores do poder. Num sistema em que o estado vigia a liberdade, a pergunta nasce espontaneamente: quem vigia os vigilantes?
Um texto com predições sombrias e visão política clara sobre o papel do estado na vida do cidadão, na mesma linha do livro 1984, de George Orwell. Moore mostra um mundo no qual o estado vigia e oprime o cidadão.
Se o texto de Alan Moore é esplendido, o mesmo se pode dizer da arte de David Lloyd. O artista cria uma Londres noir, nostálgica e paradoxalmente futurista. O uso de luz e sombras em doses exatas proporciona ora a percepção do pessimismo reinante (e ai se vê uma cidade triste e sombria), ora um vislumbre da esperança observada, sobretudo, na face das pessoas.
Esta é, sem dúvida, uma das melhores HQs já escritas em todos os tempos. Feliz de quem tem essa jóia dos quadrinhos. Se você é um deles, parabéns. És alguém de posses e bom gosto!
V DE VINGANÇA (Editora Globo) - Minissérie em cinco edições
Autores: Alan Moore (História) e David Lloyd (arte).
Número de páginas: 64 páginas
Data de lançamento: 1989
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
''A mais celebrada graphic novel de todos os tempos''

Considera por muitos como “a mais celebrada graphic novel de todos os tempos”:Watchman –escrita por Alan Moore(o gênio) e desenhada por Dave Gibbons,foi publicado originalmente em 12 edições, entre os anos de 1986 e 1987.
Para entender a razão para tamanha comoção, basta dizer que a série venceu várias vezes importantes prêmios como o Eisner Awards, Prêmio Kirby, além de ter ganhado honraria especial no Hugo Awards, única HQ a conseguir tal feito, já que se trata de um prêmio voltado para a literatura.








